segunda-feira, 30 de março de 2009

Preconceitos

Tenho um preconceito bem forte... Não conheço música espanhola boa, audível. Por isso, e como preciso muito rentabilizar o tempo que passo no carro, queria saber se há por aí quem conheça e me possa aconselhar. Obrigada!

quinta-feira, 26 de março de 2009

De volta...

...mas sem inspiração nenhuma e com muito cansaço à mistura.

Por estes dias, eis o que andei a fazer:

- a querer muito trabalhar mais
- a querer muito não ter que conduzir tanto
- a querer muito ter tempo para almoçar
- a querer muito não ter saudades de pessoas
- a querer muito hablar español
- a querer muito não ir a festas de anos com gente que as acaba a cair para o lado
- a querer muito ler outros blogues e nao estar tão cansada ou apática que nem consiga comentar
- a querer muito não fazer anos este ano
- a querer muito que me deixem ir à minha vida e não ter que desmarcar férias por quererem obrigar-me a fazer yoga em Vila Nova de Mil Fontes
- a querer muito que as pessoas entendessem que a crise está a perturbar muito boa gente e que por isso acontecem coisas macabras, como esquecer filhos dentro do carro, ou atirarem-se da janela
- a querer muito que chegue o fim de semana
- a querer muito ver certas e determinadas pessoinhas
- a querer muito estar descansadinha
- a querer muito gostar de outras bebidas que não só cerveja
- a querer muito não ouvir músicas com letras estúpidas
- a querer muito não querer tanto... esperar só.

segunda-feira, 9 de março de 2009

"Estación Esperanza"

Há coisas que nos fazem muito bem e depois há outras que nos fazem melhor ainda.

Não há nada melhor do que o nervoso miudinho, do que surpresas que nunca pensámos possíveis, do que sentimentos que ainda não conseguimos definir exactamente, do que coordenadas que desconhecemos. Só sabemos que estamos bem... E em tempos como estes, não creio que haja algo mais importante.

Por aqui, cabeça e coração, queremos acordar mais cedo, queremos que os dias tenham mais horas, queremos que o nosso telemóvel toque mais vezes, queremos ouvir e dizer as coisas certas. Queremos estar, mexer, conversar, rir, estar outra vez, estar mais ainda, estar sempre. Queremos ter saudades e que tenham nossas. Queremos ter o coração maior para caber cá tudo. Queremos saber o que vem por aí e ao mesmo tempo não queremos. Só queremo vivê-lo. Estamos ansiosos pelo dia de amanhã e o seguinte e os meses seguintes. Estamos ansiosos à espera do que nos está reservado. Mas comedidamente. Sem pressa. Apenas gostando.

Queremos que corra tudo bem. Queremos sinceridade e diversão e cumplicidade e tudo mais a que temos direito. Só não queremos ficar burros, tapados, estupidificados. Isso não. Mas de certeza que não.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Questão

Atormentada que ando com o tema da morte, por diversos motivos, não consigo esquecer nem responder a uma questão em que tropecei ao ver o The Bucket List.

- Se tivéssemos oportunidade, preferíamos saber ou desconhecer exactamente o dia da nossa morte?

terça-feira, 3 de março de 2009

É meu, é meu!



Pois é, este selo foi-me oferecido pela Sanxeri, pela P. e pela Té. MUUUIIITTTOOO OOOBBBRRRIIIIGAAADDDAA às três! E como diz a Sanxeri, está dado, não se pode devolver. Nem quero!

Ora pois que tenho referir sete coisas que me façam sorrir. Se fosse rir às gargalhadas era mais fácil...

- Idosos de mão dada!

- A Linha Avançada da Antena 3

- A minha gata louca

- Um mergulho de piscina no Verão

- Os comentários no meu blogue

- Os conhecimentos extraordinários que a minha mãe tem de futebol

- O sol de manhã

Aqui estão. Haveria muitas mais, talvez mais importantes, mas são só sete...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Depois do que li hoje...

...só quero dizer que, para mim, um bom blogue depende tanto da qualidade dos seus posts como dos comentários. Por isso, obrigada a todos os que por aqui passam e deixam a sua marca. Gosto de vos ter como leitores.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

És de Trofa ou da Trofa?

Não. Eu não sou da Trofa. Mas hoje, numas das centenas de km da semana, ouvi num programa de rádio perguntarem a uma ouvinte: "És de Trofa?" E a ouvinte respondeu: "Não, sou DA Trofa". E muito bem. Livrando-me desde já de qualquer acusação de pretensiosismo, só quero aqui contribuir para o esclarecimento de uma dúvida que muitas pessoas têm, dadas as vezes que já me colocaram a questão.

No que diz respeito à utilização do artigo definido antes de nome de cidade, o que acontece é que dizemos "o Porto", "a Guarda", "a Sertã" e dizemos apenas "Lisboa", "Aveiro" ou "Viseu" porque os primeiros, além de serem nomes próprios, são também substantivos comuns. Há portos onde os navios embarcam ou desembarcam, há guardas, que podem ser polícias ou mesmo abrigos e há sertãs, que são uma espécie de frigideira. E da mesma maneira temos trofas, que podem ser, por exemplo, capas de palha.

Apesar dos significados muito genéricos que atribuí às palavras, creio que dá para entender a ideia.

Haverá excepções? Não sei. Mas se pensarmos um bocadinho, a teoria bate certo. Tenho a mania que não dou erros? Claro que não (que não tenho a mania! :) ). Mas quando descobri o porquê disto achei interessante e resolvi partilhar!