quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Adeusinho, sim?
Gostei disto, mas não o suficiente para continuar.
Beijinhos e abraçosssss!!!!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
8
Em Coimbra, já somos campeões.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Branquela, e depois?
A obsessão com o bronze dá-me que fazer. Claro que só digo isto porque serei a eterna branquela, mas conformo-me. Sei que uma pessoa morena é mais bonita, mais vistosa, tudo o que é imperfeição na pele nota-se menos, mas... e então? Vou agora torrar ao sol, durante a hora de almoço, ou correr para solários e ficar com aquele bronze acastanhado, que na verdade não é castanho nem amarelo nem laranja mas uma mistura esquisita? Não sou contra a mudança e adaptação, tanto que uso (quando há pachorra) auto-bronzeadores, mas condeno atitudes vãs pela aparência em detrimento da saúde.
Só por causa disso, aqui fica a lembrança de que há brancas bonitas!

terça-feira, 18 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
A ficha cai demasiado tarde
Puta que pariu gente que me enerva e me faz perder tempo com a cara bonita em vez de mostrar logo a feia, que é muito mais bonita por sinal.
domingo, 9 de agosto de 2009
Achado
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Talentos

Mas como nem diligente sou... Ainda demorará muito.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Pequenina
Aos meus "ouvintes" VCosta e Nuno Medon, se ainda aí estiverem, já tentei de tudo mas não consigo comentar nos vossos blogues. :(
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Alfaiates há muitos...
sábado, 4 de julho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Morte de Michael Jackson noticiada nos Estados Unidos
O músico norte-americano Michael Jackson morreu hoje, adiantam sites noticiosos norte-americanos, depois de ter sido encontrado em casa sem respirar. O músico foi levado para um hospital de Los Angeles por paramédicos.
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
Para o jantar...
sábado, 23 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Echar de menos
Eu e os meus irmãos sim.
Echar de menos = Ter saudades (nem nuestros hermanos têm equivalente à altura desta palavrita)
sexta-feira, 15 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
how i met your mother
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Gente louca
O dizer mal está enraizado na nossa cultura, ninguém conseguirá mudar isso. Mas ofender gratuitamente? A pipoca mais doce tem um blogue que todo o mundo conhece. Muitos criticam, "acefalamente", argumentando (será?) que ela é má, que é feia, que é o raio que a parta. Como, se não a conhecem? E se a conhecem, como podem dizer que é feia? Eu vi-a ontem na tv e achei-a bonita e interessante. Não a idolatro, nem tampouco gosto de tudo o que ela escreve. E gosto muito menos dos lambe-botas, por isso não gosto tanto de ler o blogue. Mas escreve muito bem e é bonita. E tem muita paciência para aturar gente louca.
E o rancor, cá para mim, é estado que não deveria durar mais de 5 dias. Gente louca essa que não perdoa... (não quero com isto dizer que tenha feito alguma maldade, sim?)
domingo, 3 de maio de 2009
Dependências
domingo, 26 de abril de 2009
Conta-me como foi

quarta-feira, 15 de abril de 2009
I moche you?
Só foi pior ter-lhe dito que não era só eu, que não foi por os meus pais serem demasiado protectores e intransigentes, era toda a gente.
E o meu primeiro computador? No meu último ano de faculdade?? Não pode. Como? Como podia eu não aceder ao hi5 10 vezes ao dia para saber que a AnirataC is feeling free, happy, e como é que vcs tão ppl?? Velhinha que me senti. Mas bem. Porque não precisei de nada disso.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Assim sim
terça-feira, 7 de abril de 2009
Tempo não é dinheiro
segunda-feira, 30 de março de 2009
Preconceitos
quinta-feira, 26 de março de 2009
De volta...
Por estes dias, eis o que andei a fazer:
- a querer muito trabalhar mais
- a querer muito não ter que conduzir tanto
- a querer muito ter tempo para almoçar
- a querer muito não ter saudades de pessoas
- a querer muito hablar español
- a querer muito não ir a festas de anos com gente que as acaba a cair para o lado
- a querer muito ler outros blogues e nao estar tão cansada ou apática que nem consiga comentar
- a querer muito não fazer anos este ano
- a querer muito que me deixem ir à minha vida e não ter que desmarcar férias por quererem obrigar-me a fazer yoga em Vila Nova de Mil Fontes
- a querer muito que as pessoas entendessem que a crise está a perturbar muito boa gente e que por isso acontecem coisas macabras, como esquecer filhos dentro do carro, ou atirarem-se da janela
- a querer muito que chegue o fim de semana
- a querer muito ver certas e determinadas pessoinhas
- a querer muito estar descansadinha
- a querer muito gostar de outras bebidas que não só cerveja
- a querer muito não ouvir músicas com letras estúpidas
- a querer muito não querer tanto... esperar só.
segunda-feira, 9 de março de 2009
"Estación Esperanza"
Não há nada melhor do que o nervoso miudinho, do que surpresas que nunca pensámos possíveis, do que sentimentos que ainda não conseguimos definir exactamente, do que coordenadas que desconhecemos. Só sabemos que estamos bem... E em tempos como estes, não creio que haja algo mais importante.
Por aqui, cabeça e coração, queremos acordar mais cedo, queremos que os dias tenham mais horas, queremos que o nosso telemóvel toque mais vezes, queremos ouvir e dizer as coisas certas. Queremos estar, mexer, conversar, rir, estar outra vez, estar mais ainda, estar sempre. Queremos ter saudades e que tenham nossas. Queremos ter o coração maior para caber cá tudo. Queremos saber o que vem por aí e ao mesmo tempo não queremos. Só queremo vivê-lo. Estamos ansiosos pelo dia de amanhã e o seguinte e os meses seguintes. Estamos ansiosos à espera do que nos está reservado. Mas comedidamente. Sem pressa. Apenas gostando.
Queremos que corra tudo bem. Queremos sinceridade e diversão e cumplicidade e tudo mais a que temos direito. Só não queremos ficar burros, tapados, estupidificados. Isso não. Mas de certeza que não.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Questão
- Se tivéssemos oportunidade, preferíamos saber ou desconhecer exactamente o dia da nossa morte?
terça-feira, 3 de março de 2009
É meu, é meu!

Pois é, este selo foi-me oferecido pela Sanxeri, pela P. e pela Té. MUUUIIITTTOOO OOOBBBRRRIIIIGAAADDDAA às três! E como diz a Sanxeri, está dado, não se pode devolver. Nem quero!
Ora pois que tenho referir sete coisas que me façam sorrir. Se fosse rir às gargalhadas era mais fácil...
- Idosos de mão dada!
- A Linha Avançada da Antena 3
- A minha gata louca
- Um mergulho de piscina no Verão
- Os comentários no meu blogue
- Os conhecimentos extraordinários que a minha mãe tem de futebol
- O sol de manhã
Aqui estão. Haveria muitas mais, talvez mais importantes, mas são só sete...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Depois do que li hoje...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
És de Trofa ou da Trofa?
No que diz respeito à utilização do artigo definido antes de nome de cidade, o que acontece é que dizemos "o Porto", "a Guarda", "a Sertã" e dizemos apenas "Lisboa", "Aveiro" ou "Viseu" porque os primeiros, além de serem nomes próprios, são também substantivos comuns. Há portos onde os navios embarcam ou desembarcam, há guardas, que podem ser polícias ou mesmo abrigos e há sertãs, que são uma espécie de frigideira. E da mesma maneira temos trofas, que podem ser, por exemplo, capas de palha.
Apesar dos significados muito genéricos que atribuí às palavras, creio que dá para entender a ideia.
Haverá excepções? Não sei. Mas se pensarmos um bocadinho, a teoria bate certo. Tenho a mania que não dou erros? Claro que não (que não tenho a mania! :) ). Mas quando descobri o porquê disto achei interessante e resolvi partilhar!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
The Curious Case of Benjamin Button
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
This is me
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
E se eu gostasse muito de morrer
O desafio consiste em abrir o livro que estamos a ler na página 161 e transcrever a 5ª frase completa. O meu livro é E se eu gostasse muito de morrer, de Rui Cardoso Martins. Um livro fantástico. E a frase é: "Pois ela não só foi ao cemitério como, àquela mesma hora em que os sinos dobravam, se vestiu para um passeio e foi tomar café, de perna cruzada, às três da tarde."
Considerem-se desafiados, todos.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Made in Tugolândia
O Querido, mudei a casa é um programa engraçado, fácil de ver. Os americanos ou ingleses desse formato têm serralheiros, electricistas e tudo o mais que são uma delícia aos olhos das meninas. Depois ligamos a SicMulher, e toma lá: o verdadeiro tuga, de bigode, barriguinha e maneira de falar muito sui generis. Tão vulgar como a própria palavra tuga. Mas eu vejo e gosto. Lá está, dou portuguesa com orgulho!
À semelhança deste há muito outros. Lembro-me agora do Extreme Makeover (não tenho a certeza do nome) que, chegado a Portugal, recebeu o nome fantástico de Doutor, preciso de ajuda! O nome, as histórias e a própria apresentadora fizeram do programa algo com a cara da TVI.
Não consigo mais!
É um país tão pequenino que o Proença tinha que ajudar o #$%&%$# a não perder. E o Jesualdozinho, tão xiripiti, ainda achou que merecia ganhar... Ai ai...
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
O que fazer...
domingo, 1 de fevereiro de 2009
LP, para ti
Pablo Neruda
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Empty
Não sei aquilo que me realizará. Há pessoas que correm atrás do que querem alcançar e eu hoje nem sei o que isso é para mim. Hoje não sei o que me faz feliz. Em vão, em buscas tolas, procuro sentido para a vida. Procuro renovar-me. Ser interessante. Fazer coisas interessantes. Produtivas. Que me preencham.
Eu adoro ler e não leio. Eu adoro cinema e não vejo filmes. Eu adoro música e não ouço. Eu adoro o amor e não o encontro. Eu adoro a vida e estou a deixá-la passar.
What is out there for me?
Aqui, precisamos de uma pancadinha nas costas. De um "eh pa, deixa-te dessas coisas..., faz-te à vida!" Que é dela?
Entretanto, bebe-se um café, fuma-se um cigarro. Os mesmos sorrisos idiotas. O mesmo não-conteúdo de sempre. Amanhã é outro dia. Nada terá mudado. Mas está tudo bem. Tudo bem.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Mimo
Obrigada Sanxeri! Foste uma querida!
As regras deste selo são:
Exibir a imagem do selo
Linkar o blog pelo qual se recebeu a indicação
Escolher outros blogs a quem entregar este prémio:
Tita
Elite
Grão de Areia
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Hipócritas ou temos sete vidas?
Quando amamos uma pessoa, não verdadeiramente – porque ou se ama ou não se ama, não se ama mais ou menos -, queremos acreditar que é para sempre. Projectamos um futuro em conjunto. A pessoa é a nossa mais-que-tudo. Momentos passados, discussões acesas, pazes feitas, novas discussões, ah e tal afinal isto não está a resultar, é melhor ficarmos por aqui. Lá se vai a perspectiva de amor para a vida inteira. A vida é uma merda. Entram pessoas na nossa vida que saem pelo lado errado. Deixam marca. Moldamo-nos à sua imagem e elas à nossa (sim, porque eu acredito que as pessoas têm que se moldar, ceder, aprender a conviver).
Depois vem outra pessoa. E pensamos que esta é que é. Como pude andar enganada tanto tempo. Onde é que tu andaste até agora? Férias juntos. Viver juntos quase todos os duas. Lavar os dentes ao mesmo tempo. Rir de nós próprios. Dizer as mesmas frases um ao outro quase ao mesmo tempo. A certeza de que aquela mensagem vinha mesmo a caminho. Um dia viajamos, conhecemos casualmente alguém. Estabelecemos contacto inocente, que a partir de certo momento sabemos não estar correcto. Porque temos quem nos preencha. Mas não nos deve completar tanto assim, caso contrário não olharíamos com olhos de querer para ninguém mais. Lágrima aqui, peso na consciência ali, afinal tu não és tudo para mim.
Sem querermos estamos apaixonados de novo. É desta, só pode. Não há nada em ti que eu não goste. Comparando (sim…sempre comparando, mesmo que involuntariamente) com os anteriores, tu és ideal para mim. Eu sou ideal para ti. Sem excessos. Sem muito romantismo, que as horas de trabalho excessivas não dão para essas coisas. Vamos viver juntos. Dividimos a renda, o mau feitio, o calor debaixo da cama quando nos deitamos exaustos. Dividimos banalidades. Dividimos tanto que precisamos trabalhar mais ainda para não convivermos tanto. Chagamos a casa e há um tampo da sanita levantado. Há um pacote de leite fora do frigorífico. O mundo acaba. Não suporto mais viver com esta pessoa. Nem ela comigo.
Vamos sair à noite para beber um copo com uns amigo e trocamos o número de telemóvel com alguém que delicadamente nos delicia com a sua simplicidade e modo de falar que não leva a querer que queira meter-nos no carro e levar-nos imediatamente para a cama. Ficámos interessadas, curiosas. Não o conheço e sei que podemos ter um futuro em conjunto. Passa um dia, passam dois, o número foi mal trocado e o nosso entendimento torcido.
Estamos descontraídos em casa e recebemos uma mensagem de alguém por quem já perdemos a cabeça, alguém de quem já guardámos milhares de recordações, bilhetes de cinema, de concertos, uma fotografia. Alguém que já tínhamos arrumado na prateleira. Não deu. Não era para ser. “Dei por mim a pensar em ti. O que é que se passou connosco? Não sei… Mas tenho saudades.” Revivalismo. Sofrimento de jovem revisitado. Ainda bem que não me atirei da ponte. Como é que eu ia adivinhar que ao fim destes anos todos iria acabar com a minha paixão do secundário? Mas só podia. Tínhamos tudo para dar certo. Estávamos destinados. Óbvio. “Perdoa-me a mensagem que te mandei. Estava confuso. Desentendi-me com a minha namorada e confundi tudo.” Os dois têm escrito nas mãos, dadas, CONFORMISMO. Mas mais vale ter alguém de quem se goste, do que não encontrar quem se ame.
O nosso melhor amigo sempre nos amou. Ou melhor, só é nosso melhor amigo porque nos ama e faz tudo por nós. Será que o verdadeiro amor está mesmo à minha frente e eu ainda não reparei? Vamos dar-lhe uma oportunidade. Veremos se não é isto que precisamos. Estamos. Não é mau de todo. É sempre bom ter alguém que nos dê o mundo. Mas não pode ser. Tu amas-me. Eu gosto de ti. Tu não fazes tremer nadinha cá dentro. Tu não me tiras o apetite. Oh… Perdoa-me. Nunca te quis magoar. Passamos anos a tentar fazer com que nos desculpe. Nunca mais.
Em trabalho conhecemos alguém fantástico. Alguém que nos mostra que o mundo é muito maior do que acreditávamos. Vamos fazer amor. Daquele experiente. Daquele sábio. Daquele que vicia. Daquele que nos faz felizes por não termos mais vinte, ridículos e presunçosos, nem trinta, conformados e presunçosos, anos. Vamos casar. Ainda bem que esperei tanto tempo. Eu sabia que havia algo genial à minha espera. Toda a gente me tinha dito que a minha vez chegaria quando menos esperasse. Casamos. Temos filhos. Temos problemas. Temos amor, compreensão, respeito. Afinal já só temos amizade. Afinal é só carinho. Afinal já não consigo dormir na cama onde tu dormes. Porquê?
Quando vamos no último, percebemos que não deve ser o último e provavelmente carregamos a dor de todos desde o primeiro. Porque não o encontramos à primeira? Porque dizemos coisas a uma pessoa que gostaríamos de ter dito a outra? Qual deles é para sempre? O que é para sempre será algum dos correspondidos? Pode não ser…
domingo, 25 de janeiro de 2009
...
Uma lágrima que escorre e faz a alma doer.
Uma mente fechada porque aqui não se acredita em mais nada.
Um semblante pesado à espera que o tempo o recomponha.
Um homem que destruiu uma imagem de anos em segundos.
Uma chave que fica por entregar.
Uma fechadura que fica por arrombar.
Uma dor que acaba por ficar.
A tristeza de ter que passar por tudo isto sem a pessoa que queria ao meu lado. Porque essa foi quem me tornou assim. Não batam à porta que não há ninguém. Não me peçam para acreditar no que quer que seja, porque afinal eu estava a dormir com o inimigo.
Merda.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Estreia!
E atenção, é uma estreia nisto dos desafios.
O desafio tem como objectivo a confissão dos nossos 7 Pecados Mortais, tendo em conta a seguinte definição dos mesmos:
Gula - Comer a toda a hora e/ou além do necessário;
Avareza - Cobiça de bens materiais e/ou dinheiro;
Inveja - Desejar atributos, status, posses e/ou habilidades de outra pessoa;
Ira - É a função dos sentimentos de raiva, rancor e ódio. Por vezes é incontrolável;
Soberba - Falta de humildade, alguém que se acha auto-suficiente;
Luxúria - Apego aos prazeres carnais;
Preguiça - Aversão a qualquer trabalho ou esforço físico.
As regras do desafio são:
- Revelar a nossa relação com os pecados capitais;
- Nomear 8 blogues para responder ao desafio.
Gula: como por tudo. Como para beber um café, como para beber um copo, como para fumar um cigarro, como porque é Inverno e os excessos corporais não saltam tanto à vista, como porque vou dormir, como porque não tenho sono e deve ser por fome que não durmo (que foi o que acabei de fazer!).
Avareza: Só desejo o essencial. Mas cobiço uma casa própria. E dinheiro para a ter. Por isso poupo. Por isso eu e os euros temos uma relação de respeito mútuo. (Mas matarei o sacana, se algum amigo meu ganhar o euromilhões.)
Inveja: Tenho inveja de muitas coisas. Mas é como digo sempre: é uma inveja boa… Daquelas saudáveis.
Ira: Sempre que alguém ressona, mesmo numa divisão ao lado. É inevitável. E juro que já tentei. Ou quando me perguntam se não havia nenhum curso melhor disponível para tirar.
Soberba: Quando converso com pessoas que não sabem o que querem da vida.
Luxúria: Quando me vejo obrigada a não revelar as minhas experiências. Susceptibilidades…
Preguiça: Um copo de água fica na minha secretária coisa de uma semana ou mais. A cozinha é a quatro passos.
É pedido que passemos o desafio a 8 pessoas. Mas eu não passo. Muito simples. Eu não faço ideia se alguém lê o que escrevo nem conheço os dançantes da blogosfera. Com pena minha, claro. O Paulo, a querida Elite e o Arrumadinho já por cá passaram. Agradeço. Se alguém quiser manifestar-se pela primeira vez e responder ao desafio, eu gostarei imenso. Caso contrário, fico com os meus três leitores, que fico bem! Mas gostava mesmo!
domingo, 18 de janeiro de 2009
É um sinal de que há qualquer coisa de errado connosco...
Peço desculpa. "Connosco" e "damos por nós" não. Fui só eu, de certeza.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
Desgraçadinha?
- miga, tu não tens mesmo sorte nenhuma!
Isto é que é amizade. Ela chorava e eu, sem saber o que fazer, dizia-lhe:
- deixa, há-de mudar...
Mas ela tinha razão, e isso ainda não mudou. Ele há homens complicados. Há os que só gostaram depois, há os que deixam arrastar a química durante anos, desde rapazolas até... não, não até serem homens, porque se o fossem, não era assim. Há os que dizem que amam e tal, mas não será tanto como amarão a mulher da vida deles. Há aqueles que prometem o mundo, mas esses nós não queremos.
Estou para ver quando chega a minha sorte. Até lá, vou consolando as boas amigas que até se sentem mal por eu não conseguir o que elas têm.
Agora que reli isto, o post deu-me a sensação da desgraçadinha que se lamenta. Mas não é isso. Nem perto. Sou feliz. Só ainda não encontrei a minha realização afectiva. Mas ele anda aí...!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
No obligations, thank you
Um blogue permite-nos ter a vida que não temos de facto. Permite-nos ser o que não podemos ou não conseguimos ser. Permite-nos ser reais. Verdadeiros. Coerentes. Regulares. Mentirosos. Estáveis. Explosivos. Não devemos nada a ninguém. Não prometemos nada a ninguém. Podemos ser só nós, sem promessas, sem telefonemas, sem pressas. Ninguém nos vai dizer que estamos em falta. Ninguém nos vai pedir satisfações do que escrevemos, mas, se acontecesse, isso não teria repercussões no mundo fora do ecrã.
Não precisamos cuidar da aparência para impressionar. Aqui, impressionamos com a alma. E não o fazemos de propósito. Aqui não somos nós que marcamos. São as pessoas que ficam marcadas com o que lêem.
E isto faz a beleza da blogosfera. Só vemos o melhor ou o pior das pessoas. Mas só vemos se quisermos. Só mostramos se quisermos. Só lá voltamos se gostarmos muito ou muito pouco. É a liberdade a que não estamos habituados. É um prazer.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
What the fuck?
"A maior fraude a que assisti nas últimas décadas foi o campeonato ganho pelo Benfica."

Miguel Sousa Tavares
Agora já não vou informar-me. Vou só ali vomitar e já venho (com sorte, para cima do Equador).
P.S. - Paulo, porque queria acrescentar a segunda!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
E depois do já, o nunca...
- Eu nunca parti nenhum membro do corpo;
- Eu nunca fui ao Brasil;
- Eu nunca li um livro só uma vez;
- Eu nunca faltei ao trabalho (a qualquer um dos que já tive);
- Eu nunca perdi mais de 10 euros no Poker;
- Eu nunca tentei deixar de fumar;
- Eu nunca dei graxa a nenhum professor;
- Eu nunca fiquei a dever dinheiro a ninguém;
- Eu nunca me zanguei com alguém com quem não fosse esclarecer tudo no dia seguinte;
- Eu nunca fui a nenhuma aula de Teoria da Literatura;
- Eu nunca pensei gostar tanto de dar aulas;
- Eu nunca fui ao ginásio;
- Eu nunca comi favas;
- Eu nunca vou deixar de gostar de conduzir;
- Eu nunca vi futebol quando os atrasos (pé) eram permitidos;
- Eu nunca tive um acidente de carro (mas esqueci-me de pôr os dois de mota nos "jás"!);
- Eu nunca envio sms com x, k, e códigos que tal;
- Eu nunca vi o "Música no Coração" do início ao fim;
- Eu nunca ganhei um corta-mato;
- Eu nunca fui a outro estádio que não os da Luz;
- Eu nunca bati numa mulher;
- Eu nunca me lembro da minha agenda;
- Eu nunca desejei ser homem;
- Eu nunca me embebedei em nenhum cortejo da queima das fitas;
- Eu nunca vi um episódio da Floribella;
- Eu nunca tenho uma caneta comigo;
- Eu nunca andei de transportes públicos na minha cidade;
- Eu nunca gostei do José Mourinho, nem da Catarina Furtado, nem do Miguel Sousa Tavares;
- Eu nunca vi nenhuns desenhos animados como "Ren and Stimpy";
- Eu nunca tive medo de nenhum filme de terror;
- Eu nunca me esqueço do aniversário das pessoas importantes;
- Eu nunca deixo nada por dizer.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Eu já...
- Eu já queimei o olho com um borrão de cigarro;
- Eu já rezei numa mesquita;
- Eu já fui aliciada numa casa de stippers no Egipto;
- Eu já fiz uma amiga sem nunca a conhecer pessoalmente;
- Eu já copiei num exame;
- Eu já chorei por não ter emprego;
- Eu já falei ao telefone com um escritor português;
- Eu já tive para cima de 40 amigdalites;
- Eu já perdi mais que uma vez o meu telemóvel e a minha carteira;
- Eu já estive com um homem comprometido;
- Eu já vomitei por me obrigarem a comer as passas da passagem de ano;
- Eu já vivi sozinha 7 anos;
- Eu já fui perseguida por um homem à noite;
- Eu já fiz um piquenique no Choupal;
- Eu já estive com uma pessoa na praia de Monte Gordo, à noite;
- Eu já me chateei com uma grande amiga;
- Eu já fui de autocarro até Lisboa à 1h da manhã só para beber uma cerveja com um amigo;
- Eu já parti um pé por me passarem por cima com a roda de um carro;
- Eu já fui ao endireita uma dezena de vezes;
- Eu já falei com o Simão Sabrosa no aeroporto de Madrid;
- Eu já fui maltratada por, sem querer, mandar uma beata de cigarro para o chão no Mónaco;
- Eu já me perdi em Roma, de 50 pessoas, sem haver telemóveis;
- Eu já tirei uma foto com os macacos de Gibraltar;
- Eu já estive dois anos sem falar com o meu irmão;
- Eu já me enrolei, experiência quase morte, numa onda da Costa da Caparica;
- Eu já vi a série 9 do Seinfeld com legendas em Português, Espanhol, Inglês e Alemão;
- Eu já fui apanhada a roubar (uma caneta, das baratinhas...);
- Eu já sofri brutalmente por amor sem ter a certeza se amei verdadeiramente alguém;
- Eu já passei uma passagem de ano sozinha;
- Eu já fui presenteada com uma serenata de uma tuna à minha janela;
- Eu já perdi a cabeça uma centena de vezes;
- Eu já fui guia turística;
- Eu já dei um beijo a uma mulher.
Agora não se me ocorre mais nadita!